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Coletores eletrônicos de dados agilizarão trabalho dos fiscais do Ipem-SP

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Ter, 15 de Dezembro de 2009 00:00


A partir de janeiro de 2010 os fiscais do instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP), órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), poderão contar com um novo aliado nas ruas. O instituto recebeu na segunda-feira, 14 de dezembro, os 23 primeiros coletores eletrônicos de  dados que os fiscais utilizarão no trabalho de campo.

O treinamento em sala de aula começou nesta segunda para os fiscais e diretores das regionais Sul da capital paulista e do município de Santos e vai até quarta. Nas próximas quinta e sexta feira (17 e 18/12) ocorrem os primeiros testes em campo. Os agentes que receberão o treinamento servirão de multiplicadores para as demais unidades do Ipem na capital e interior.


Os aparelhos coletores são pockets PCs (computadores portáteis), possuem visor de cristal líquido de 9 cm e funcionam com um cartão de memória de 2 GB para armazenamento de dados. Faz parte do kit entregue aos fiscais uma mini-impressora ligada por comunicação sem fio ao coletor. Esses serão em breve a "prancheta" e o formulário que os agentes do Ipem-SP levarão para a fiscalização de instrumentos de medir, como balanças, bombas de combustíveis, medidores de pressão arterial, entre outros.


Para o superintendente do Ipem-SP, Fabiano Marques de Paula, a nova ferramenta irá "acelerar o trabalho dos fiscais, dando mais agilidade e proporcionando um aumento na qualidade dos serviços, uma vez que o preenchimento dos dados será feito numa base eletrônica, em lugar do documento em papel. O procedimento evitará erros e o retrabalho dos dados ao final do dia, com um ganho efetivo para a qualidade e maior credibilidade na fiscalização".


De acordo com Cláudio Fogazzi, gestor de sistema de informação do Inmetro-RS, responsável por ministrar o treinamento no Ipem-SP, no equipamento constará um cadastro prévio dos estabelecimentos a serem visitados, divididos por municípios e ruas. O fiscal poderá consultar, no momento da fiscalização, a base de dados com as características dos instrumentos e ao mesmo tempo verificar o histórico de fiscalização.


"O agente será capaz de visualizar todos os instrumentos de um município, por rua e nome do proprietário. Ele irá verificar no coletor o endereço, nome e razão social do fiscalizado, ver a linha de instrumentos que existe ali, o que foi feito de fato e que falta ainda fiscalizar, observar se está tudo cadastrado ou não, podendo incluir dados caso seja necessário. Tudo isso servirá para auxiliar no melhor planejamento da verificação".


Outra grande novidade do coletor apresentada por Fogazzi já no primeiro dia de treinamento, é a emissão da Guia de Recolhimento da União (GRU), imediatamente após a verificação e no próprio local, com código de barras para ser pago na rede bancária. Um demonstrativo é entregue para o fiscalizado, contendo todas as

informações sobre o serviço realizado, como marca e número de série dos instrumentos, se foram aprovados ou não, taxa de emissão de certificado, nome de quem fez a fiscalização, telefone da ouvidoria, entre outros.


A automação trará ganho de tempo e precisão no fechamento de relatórios diários. Os dados serão descarregados no final do expediente sem necessidade de digitação manual e atualizados na base do Sistema de Gerenciamento Integrado do Inmetro (SGI). Antes de sincronizar com o SGI, e gravar no banco de dados, o coletor checará se está tudo correto, se foram fiscalizados e cobrados todos os estabelecimentos, eliminando possíveis erros.


Com os coletores eletrônicos, os gestores poderão também gerar de modo mais rápido e a qualquer momento relatórios sintéticos de acompanhamento do desempenho do trabalho de fiscalização. Esse tipo de equipamento já é utilizado pelos órgãos delegados do Inmetro, que compõem a rede brasileira de metrologia, em grande parte dos Estados do Brasil, com exceção da região Norte, alguns estados do Nordeste e Minas Gerais. Pelo tamanho e impacto no número de fiscalizações, São Paulo será o teste que faltava para o sistema que irá permitir a padronização do trabalho realizado em campo em nível nacional.


Para o Diretor de Metrologia Legal do Ipem-SP, Paulo Roberto Lopes, esse será mais um desafio que o Ipem-SP irá cumprir. A perspectiva, segundo ele, é que "em janeiro todos os fiscais da capital já estejam utilizando os coletores e até o primeiro semestre do ano que vem o sistema esteja implantado em todo Estado".


José Tadeu Rodrigues Penteado, chefe de Gabinete do Ipem-SP, reiterou que a atual administração está dando todo o apoio necessário e com certeza o Ipem-SP irá bater recordes na utilização do equipamento. "Isso valoriza o trabalho do especialista em metrologia, auxiliando-o naquilo que é tarefa administrativa e melhora sua auto-estima na forma de se apresentar."


Rômulo Francisco Maia, diretor de informática do Ipem-SP, explica que "a fiscalização com os coletores faz parte da imagem do Ipem moderno, cada vez mais equipado para oferecer serviços de qualidade para a sociedade". A interação das áreas técnicas com a informática será essencial neste momento e deverá ganhar cada vez mais peso dentro do instituto.


Laptops


Além dos coletores utilizados na fiscalização de instrumentos de medir, outras áreas do Ipem-SP também passam por um processo de modernização. Agentes fiscais de produtos pré-medidos (embalados sem a presença do consumidor) e da fiscalização da Qualidade e têxtil do Ipem-SP receberam no período de 9 a 11 de dezembro, treinamento no Inmetro/RS, em Porto Alegre, para utilização de laptops.


A exemplo do que será feito com os coletores eletrônicos, com o laptop e impressora em mãos, os agentes fiscais vão poder atualizar e inserir dados cadastrais das empresas fiscalizadas, quantificar os produtos verificados, e, além disso, emitir auto de apreensão ou interdição de produtos e laudo de fiscalização.

 

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